Juiz ironiza e compara prisão da mulher de Cabral com “uma confortável viagem à Europa”

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Em despacho, o juiz federal Marcelo Bretas foi irônico ao justificar o tempo que a advogada Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, deverá passar na prisão.

“Assim, a expectativa é de que a medida cautelar extrema dure pelo menor tempo possível, equiparável talvez a uma confortável viagem à Europa que Adriana Ancelmo viesse a fazer, sem seus filhos, na companhia de amigos e colaboradores”, afirmou.

O juiz destacou ainda que as dificuldades para encontrar alguém responsável pela guarda dos filhos menores de Adriana, de 10 e 14 anos, serão levadas em conta no caso de uma eventual revogação da prisão.

O ex-governador, a mulher e mais 11 pessoas viraram réus na terça-feira (6) na Operação Calicute, que investiga pagamento de propina para Cabral em obras públicas, como a reforma do Maracanã, Arco Metropolitano e urbanização de favelas.

O aprofundamento das investigações revelou que Adriana Ancelmo, na verdade, ocuparia posição central na organização criminosa capitaneada por seu marido, Sérgio Cabral. Adriana Ancelmo seria uma das principais responsáveis por ocultar recursos recebidos indevidamente por seu marido, valendo-se para tal de seu escritório de advocacia, bem como que teria adquirido ilegalmente verdadeira fortuna em joias de altíssimo valor, dentre outros expedientes”, afirmou o magistrado. Informações: R7

mudancadeparadigmas.com

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