“Negro em geral é catinguento, fede demais”, diz promotor de Justiça de SP que afirma ter feito “ironia”

O promotor de Justiça José Avelino Grota, do Ministério Público do Estado de São Paulo, usou o grupo MP/SP Livre, para falar de pobres, negros, babás e feios, registra o colunista de Fausto Macedo (Estadão).

“Quanto ao pobre, coitado, nasce feio e morrerá feio porque não tem dinheiro nem para comer direito”, escreveu. O promotor afirma que suas mensagens são “ironias” contra a decisão judicial que arquivou investigação sobre a exigência de clubes paulistanos para que as babás usem uniforme branco.

Segundo Avelino, o texto postado, entre os dias 25 e 26 de agosto, “convida à reflexão”.

Apesar da explicação, o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Smanio, chefe do Ministério Público paulista, mandou abrir um procedimento para investigar os fatos.

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