Tecnologias impulsionam Brasil como sétima potência mundial paralímpica

Sétima potência mundial no esporte paralímpico, o país conta também com equipamentos high-tech, desenvolvidos em laboratórios especializados, para fazer com que os paratletas de alto rendimento conquistem cada vez mais medalhas nas suas competições.

Além disso, novas técnicas de treinamento ajudam a afinar a avaliação das condições físicas dos paratletas, monitorar seu desempenho e avançar os métodos de classificação de seus níveis de deficiência com o objetivo de neutralizar as dificuldades e focar no desenvolvimento de suas habilidades.

Se para qualquer atleta o aperfeiçoamento do condicionamento físico, maximizando as capacidades durante as provas, já é importante, no caso dos paralímpicos isto é ainda mais crucial.

A lógica vale para próteses e cadeiras de rodas cada vez mais avançadas, mas, sobretudo, para o trabalho que ocorre nos bastidores. Tudo é feito ao longo dos quatro anos que antecedem cada Paralimpíada em modalidades como atletismo, rúgbi, futebol de 7, paracanoagem, parabadminton, esgrima, bocha e handball (as três últimas em cadeira de rodas).

Não tenho dúvidas de que a ciência tem contribuído significativamente para o avanço do esporte paralímpico no país”, diz José Irineu Gorla, professor de Educação Física da Unicamp, com pós-doutorado em Atividade Física Adaptada e quase 30 anos de experiência na área.

“Essa internacionalização do desporto paralímpico, com os paratletas brasileiros que vão treinar em outros países e têm contato com o que há de mais moderno, acaba trazendo estes avanços para os clubes e seleções do Brasil. O conhecimento adquirido é aplicado aqui”. Informações: BBC Brasil

O plestismografo(foto) aparelho que testa a função e a capacidade pulmonares.

_91162449_plestimografo

mudancadeparadigmas.com